Três anos de lama

fachada de uma casa destruída pela lama com uma mesa de pebolim à porta

Há três anos atrás, o rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, repercutiu mundialmente como o maior crime ambiental da história do Brasil. Na prática, significou a morte do Rio Doce, um dos mais importantes da região Sudeste.

Passado esse tempo, não houve punição dos responsáveis, e sequer foram reparados os enormes danos que sofreram os milhares de atingidos ao longo da bacia do Rio Doce. Espalham-se os casos de contaminação, desaparecimento de espécies, morte do solo e da água para a agricultura e a pesca.

Para fazer um balanço desse triste episódio, nós convidamos Camila Cecilina do Nascimento Martins, do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), e Letícia Oliveira, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

Além disso, nosso editor Celso das Chaves lembra de suas histórias em Mariana.

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