Como vamos resistir?

Não se deixar cooptar, não se deixar esmagar, lutar sempre! Dada a vitória eleitoral da ultradireita nas eleições de outubro, e a derrota estratégica que sofremos, com boa parte da população brasileira abraçando o projeto neofascista, cabe a nós a resistência!

Como foi possível para a ultradireita construir essa vitória eleitoral? Quais são as ligações com a história recente brasileira? Como será o seu governo? E a nossa resistência? Quais são os caminhos a tomar?

Para debater estas e outras questões convidamos a Profa. Regina Helena Alves da Silva, do Departamento de História da UFMG, e Frederico Santana Rick, da Frente Brasil Popular.

Além disso, nosso editor Celso das Chave faz uma pequena digressão sobre a viabilidade dos grupos de família do WhatsApp no pós-eleições.

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A ~nova~ direita brasileira

Precisamos falar sobre a direita brasileira para além das caricaturas e memes. Por mais que Bolsonaros, Daciolos, Constantinos e Olavos nos forneçam muito material para boas risadas, nossa tripulação do Granma montou um time de primeira para uma conversa aprofundada sobre as características da atual direita brasileira, que saiu do armário nos últimos anos e chega forte nas eleições de outubro.

Quem são estes novos grupos e partidos que não têm mais vergonha de se afirmar enquanto direita? Qual a relação deles com a mídia brasileira? E com os grupos liberais e libertários internacionais? Quais são as suas origens históricas? E a relação deles com o conservadorismo cristão, católico e pentecostal?

Para responder estas e outras perguntas, convidamos o Prof. Rodrigo Patto Sá Motta, do Departamento de História da UFMG, e Talita Victor, servidora da Câmara dos Deputados e militante do PSOL.

E, claro, não podemos nos esquecer do Celso das Chave rachando os bicos com os lunáticos profetas do apocalipse da URSAL.

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Pra onde vai a classe trabalhadora no Brasil?

pintura

Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu.
Querendo que ela o restitua,
O povo só quer o que é seu!

O Granma deste mês é um debate necessário sobre os rumos da classe trabalhadora e do movimento sindical em tempos de golpe de Estado no Brasil!

Nossa imagem do movimento sindical ainda é a dos operários do ABC Paulista, das grandes greves e manifestações. Entretanto, o capital tratou de transformar radicalmente o perfil da classe trabalhadora, com fenômenos como o home-office, a uberização, a terceirização, etc.

Tem se falado muito na crise dos sindicatos no Brasil a partir do fim do imposto sindical e da reforma trabalhista ultraliberal que, na prática, acabou com todo o arcabouço legal que a classe trabalhadora havia conquistado ao longo de décadas de mobilização. Qual será agora o rumo dos sindicatos?

Pra falar sobre este e outros aspectos, convidamos Felipe Pinheiro, diretor de comunicação do SINDPETRO, e com Juliane Furno, assessora da CUT. E ainda tem as pistolagens do Celso das Chave. Continue lendo “Pra onde vai a classe trabalhadora no Brasil?”

Episódio 5 – A Copa do Mundo é nossa?

capa do episódio 5 do Granma Podcast A Copa do Mundo é Nossa?O ousado chegou!!! Nosso iate se aventurou nos gelados mares do norte e desembarcou em praias russas para falar sobre a Copa do Mundo, o maior evento esportivo do mundo.

Entre tweets do Neymar e do Canarinho Pistola, será que a Copa do Mundo continuará sendo um evento popular, que atrai a atenção do mundo todo, ou a pasteurização elitista da FIFA, com seus estádios vultuosos e caros, vai acabar fazendo com que percamos o interesse?

Convidamos Daniel Giovanaz e Poliana Dallabrida, que são correspondentes do jornal Brasil de Fato na Rússia, e Wallace Oliveira, da redação do Brasil de Fato-MG, para conversar sobre como a Copa do Mundo do Brasil modificou a cultura da torcida no povo brasileiro, a elitização do futebol e a camisa da CBF (ou seria da seleção?). Aproveitamos nossos correspondentes para saber um pouco mais do clima da Copa, do modo como o país lidará com temas como racismo, xenofobia e homofobia durante o evento e de que forma  tudo isso se mistura geopoliticamente.

Falamos também do saudosismo e do romantismo do Canal 100 e damos dicas de como acompanhar a Copa escapando das garras da Rede Globo e do Galvão Bueno. Sem falar nas pistolagens do Celso das Chave, nosso editor antissocial.

E no final do programa estreamos nosso quadro de cartinhas!

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